Fui buscar duas amigas pra ir comigo ao show da minha banda, numa boate em Salvador.
Ambas moram em bairros distantes de onde eu moro, mas fiz questão de buscá-las.
O detalhe é que elas já assumiram que também gostam de mulher, mas sempre as vi como amigas e inclusive amigas entre elas.
O detalhe é que elas já assumiram que também gostam de mulher, mas sempre as vi como amigas e inclusive amigas entre elas.
Como de praste, coloquei uma garrafa de vodka na mochila, e na própria casa de show pagaria pelos energéticos, que sempre são colocados na conta da banda.
Lá, encontraria meus parceiros de banda, com mais duas garrafas cheias.
O grande lance é que todos eles estão namorando, menos eu.
Enfim...
Cheguei com as minas lá na boate, passei o som e começamos a tomar uns drinks.
A conversa fluia normal e naturalmente, como sempre. O papo com elas sempre foi muito agradável, já que conversávamos sobre tudo. Elas falavam sobre os casos delas e eu sobre os meus, e sobre a vida em geral.
Até que chegou a hora de ir tocar e tivemos que interromper o papo.
Dia bom. Casa cheia. Público participando bastante. Isso é bem gratificante.
Mas, o show terminou...e fui lá tomar mais vodka e conversar com as pessoas.
Quando encontro as meninas (vou chamá-las de Ingrid e Priscila), percebo que ambas já estavam meio alteradas e sorrindo à toa.
Até comentei isso com elas e aproveitei pra entrar no ritmo delas e tomar todas também.
Lá pro meio da outra banda, a gente já tava dando risada de qualquer merda que fosse.
Eis que a Ingrid puxou eu e a Priscila e questionou:
- Daqui a gente vai pra onde?
Eu, sequer esperava uma indagação dessas, enquanto a Priscila simplesmente olhou pra mim, dando risada, como se a resposta estivesse em minhas mãos.
Senti rapidamente a maldade e me pareceu que elas já estavam tramando algo para a noite.
Num surto de criatividade, respondi exatamente assim:
- Do jeito que a gente bebeu e com as blitz´s que tão rolando por aí, acho melhor a gente dormir em algum lugar aqui por perto.
*O dormir foi só uma força de expressão.
A Priscila respondeu que topava e que queria sair logo.
Ingrid aceitou, e rapidamente fui me despedir dos caras da banda, pra ir embora com elas.
O mais engraçado é que não tínhamos acertado o local exato onde iríamos, mas tudo já tinha ficado subentendido entre nós três.
Entramos no carro, liguei o som e as garotas começaram a se empolgar, cantando alto e dando risada.
No meio do caminho, Priscila passa pro banco de trás e ambas começam a se beijar e se pegar forte.
Eu dirigia, achando tudo aquilo o máximo. O meu pau tava quase batendo no teto do carro, de tão duro que estava.
Eu via tudo pelo retrovisor.
Sempre achei que a Ingrid tinha uma pegada mais safada. E ela era a quem mais me provocava.
Enquanto eu dirigia, ela falava que tava esquentando Priscila, pra que pudesse me ver transando com ela.
Eu dizia que iria fuder as duas a madrugada inteira.
Logo, já estávamos os 3 no motel.
Não precisou ninguém se abaixar, nem nada.
Assumi que éramos três e que eu pagaria a taxa a mais.
Não perdemos muito tempo no carro e logo fomos subindo as escadas, meio que tontos ainda.
Abri a porta e logo ordenei que ambas fossem pra cama, fazer sexo, enquanto eu me masturbava.
Aquilo tudo era lindo.
Duas princesas. Ambas morenas, magrinhas, com cinturinha na medida certa.
A Priscila era baixinha, tinha cabelos cacheados. A Ingrid era mais alta, tinha cabelos lisos e o braço fechado de tattoo.
As duas nuas, transando, me faziam me sentir o máximo.
Eu sabia que logo estaria com as duas naquela cama e aproveitei cada segundo antes disso.
O voyerismo é uma arte. Apreciei o sexo delas.
Elas se exibiam pra mim o tempo inteiro.
Logo, entrei em ação.
A Priscila me fez lembrar da camisinha. No problem.
As duas, lindas me esperando, foi uma das cenas mais lindas que já vi na vida.
Deitei e ambas começaram a chupar o meu pau.
Enquanto o pau era de uma, o saco era de outra.
Elas se lambuzaram.
Algum tempo depois, dei fim a essa "boquetagem" e fiz o que mais tinha vontade.
Puxei a Ingrid, abri as pernas dela e comecei a meter com força e pegada.
Sempre tive um tesão encubado por essa garota e esse era o momento de demonstrar isso.
A Priscila aproveitou pra beijá-la na boca.
Mesmo se beijando, eu ouvia os gemidos da Ingrid, abafados.
Muito gostosa.
Após algumas outras posições...
Gozamos juntos.
Eu ainda estava de pau duro e apenas fui ao banheiro limpar toda aquela porra e trocar de camisinha.
Era a vez da Priscila.
Ela preferiu vir por cima.
Delícia!
Baixinha safada.
Com uma mão eu puxava os cabelos cacheados dela e dava uns tapinhas na cara. Com a outra eu puxava ela forte pela cintura, pra que o seu corpo viesse com mais velocidade.
Enquanto isso, a Ingrid tava tomando uma água, olhando nosso desempenho e sempre comentando algo do tipo:
- Ela não é gostosa? Fode ela.
Resumindo...durante o meu sexo com a Priscila, rolava um bate-papo promíscuo entre eu e a Ingrid.
A Priscila gozou e eu não.
Relatei o ocorrido e a Ingrid prontamente voltou pra terminar o serviço.
A vibe rolava mais forte com a Ingrid. Nosso "time" era bem parecido e um sabia a hora certa do outro, mesmo sem nunca termos transado na vida.
Dessa vez, gozei no rosto dela.
Alguns acham desmoralizante...
Mas, ela gostou.
Putinha!
Pra aquela noite, já tava de bom tamanho pra nós todos.
Elas transaram entre si, eu fui chupado, transei com ambas...
A cachaça já tinha ido embora pelos poros.
Dormimos os três, que nem crianças.
Na manhã seguinte o combinado foi:
Não se comenta isso com ninguém.
Ok!
O lance é que, uma delas descreveu a história no blog dela (preservando o anonimato das pessoas).
Resolvi dividir também, fazendo o mesmo.
São os frutos que uma vida de solteiro me proporciona.
=)
Bernardo Moscovits,
04/03/10

1 comentários:
rsrrs...
ai, ai,ai...
PUNCH,NA LUTA!
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